Primeiro trimestre de 2014 fechou em terreno positivo

Primeiro trimestre de 2014 fechou em terreno positivo

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30-05-2014

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O primeiro trimestre de 2014 fechou com um sentimento de optimismo e confiança por parte dos agentes do mercado imobiliário. Apesar das dificuldades ainda da economia portuguesa, o ligeiro aumento das transacções de imóveis, bem como os projectos de reabilitação urbana tem originado uma animação no sector.

De facto, no mês de Março, os participantes do Inquérito Mensal de Conjuntura (IMC), do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação de Portugal – APEMIP, revelaram um comportamento positivo. De facto, salientam-se em terreno positivo com 37,8% dos inquiridos no segmento residencial, 17,2% nos escritórios, 13,3% no comércio, 10% nos terrenos rústicos, 6,3% na indústria.

Este comportamento deve-se em parte ao aumento das vendas de casas. Mesmo que seja ainda de uma forma gradual e ténue, o certo é que em Março, as transacções no mercado residencial aumentaram 28,9% em relação ao mesmo período do ano transacto.

Em relação às expectativas de evolução do valor das transacções imobiliárias, nos diferentes segmentos, a generalidade dos inquiridos prevê, a médio prazo a diminuição dos valores praticados, com excepção do residencial e escritórios, para os quais a estimativa é de manutenção dos valores. Em Março, no segmento residencial (13,3%), nos terrenos urbanos (7,7%), nos escritórios (3,4%), nos terrenos rústicos e no comércio (3,3%) existe um número residual de inquiridos, que perspectivam um aumento dos valores de mercado praticados.

No mês de Março seguindo a tendência de meses anteriores, de entre os vários obstáculos inerentes ao desenvolvimento da actividade de mediação imobiliária, a generalidade dos inquiridos destacou os que mais directamente se associam ao panorama económico. De facto, salientaram-se, entre os demais obstáculos, a instabilidade no mercado de trabalho (80%), a restritividade bancária (77,8%), a diminuição do poder de compra (48,9%), o desinvestimento económico (46,7%) e a mediação ilegal (44,4%). Estas variáveis continuam mensalmente a desacelerar o comportamento do mercado imobiliário.

Arrendamento com 50% da procura residencial

Quanto ao mercado do arrendamento, apesar de não corresponder às expectativas ainda continua a ser ainda uma das principais opções dos portugueses. Cerca de 52% dos inquiridos mencionou que o arrendamento representou até 50% da procura residencial. Cerca de 26,2% referiu que representou entre 50% a 75%, e 21,4% balizou a procura entre os 75% e os 100%.

Em relação ao número médio mensal de imóveis arrendados, cerca de 53,8% dos participantes, mencionou que em termos médios mensais foram efectuados até três contratos. O montante médio dos arrendamentos residenciais foi entre os 300 e os 500 euros (50%). Os imóveis arrendados com um valor inferior a 300 euros foi de 38,9%.

Em termos de colocação de imóveis para arrendamento foi de 48% de um a três meses, 33% entre quatro a seis meses.

Plano 30
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